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publicado em 02/01/2019 às 11h49
A estrada da preparação certa para a OAB!

Como é a estrada da preparação certa para a OAB? Essa é a pergunta que surge para quem vai começar a focar na prova, especificamente a próxima edicação. 

Há pouco escrevi o post Planejando a sua edição 2019 da OAB tratando do que se espera do Exame de Ordem em 2019 e da escolha da melhor das edições considerando as 3 provas e seus devidos lapsos temporais. 

Mas como se preparar para a prova da OAB, especificamente?

Esse pergunta aflige, em especial, quem está há muito tempo sem estudar, ou, também, quem ainda está na faculdade e não tem ainda a noção do melhor caminho a seguir.

Por onde começar? Vamos traçar um guia simples sobre este tema, e ao longo dos próximos dias desmembrá-lo em mais detalhes. O que fazer então?

1 - Quem quer começar precisa primeiro se situar

Não é possível escolher um caminho sem antes ter ciência de onde se está. O ponto de partida precisa ser conhecido, e isso tem implicações sérias no processo de estudo. Logo, é preciso pegar umas duas provas anteriores e resolvê-las assim, na cara e na coragem, para ver o quanto se está preparado para a OAB.

Por isso indico duas provas em especial: a primeira fase do XXVI e do XXVII Exames.

Por quê?

Simples! Foram as duas provas mais difíceis aplicadas recentemente. Ambas foram não só difíceis como receberam muitas críticas dos candidatos. E também porque são simplesmente as duas últimas provas. Ou seja, são as melhores balizas de verificação de conhecimento existentes hoje.

A meta a partir daqui será a de SUPERAR esse grau de dificuldade. Quem conseguir pode ir para a próxima prova muito, mas muito tranquilo, pois estará em um elevado nível de preparação.

 

XXVI Exame

Prova

Gabarito

XXVII Exame

Prova

Gabarito

Vejam quantos pontos vocês fazem. Não se surpreendam - nem um pouco - se o desempenho for medíocre (abaixo dos 25 pontos), isso é absolutamente normal para quem está iniciando os estudos e não tem familiaridade com a prova objetiva da OAB.

"Ah, mas tenho medo do que posso ver sobre meu próprio desempenho!"

Não raro candidatos têm tanto medo da prova que se recusam e verificar o próprio desempenho, por puro medo do resultado. A preocupação em preservar o próprio ego é tão grande que o primeiro passo torna-se um fardo.

Desculpe-me falar, mas isso é falta de maturidade. Mais! É inaceitável para um operador do Direito. Ou encara o desafio ou a escolha pelo Direito pode ter sido equivocada. No mais, ninguém vai ficar sabendo do desempenho: é um segredinho de cada um!

Garanto uma coisa: com a preparação adequada o desemepnho medíocre no início dos estudos irá, inexoravelmente, sendo debelado. E isso com poucos meses! A pontuação baixa vai se aproximando lentamente da faixa de aprovação, até o momento de ultrapassá-la.

2 - Uma vez situado, é preciso dar o primeiro passo: adquirir as fontes de estudo!

Depois de "sentir" o atual estado de preparação, o candidato vai se conscientizar da necessidade de estudar e de se adaptar à lógica do Exame da OAB. Chega então o momento de definir as fontes de estudo!

Sim! O material para estudar precisa vir de um lugar, e este material tem de ser BOM. Ser bom significa:

1 - Ser atualizado;

2 - Abranger o conteúdo da prova;

3 - Ter sido editado, ou seja, passado pela criação e revisão de especialistas.

Ser atualizado é uma obviedade! A legislação pátria muda o tempo todo. Muito material disponível por aí não está atualizado, em especial aquele encontrado no formato de aulas piratas ou livros em PDF, cuja garantia de procedência é comprometida.

Abranger o conteúdo da prova tão somente significa que tenha sido editado com o objetivo de atender o próprio Exame de Ordem. Representa um erro colossal pegar um curso ou manual para estudar por ele. Não há tempo suficiente para isto. O material (livros ou aulas) precisma ser específicos e voltados para a OAB, e, claro, serem completos para quem busca estudar.

E ter a mão dos especialistas em prearação para a OAB é fundamental! O mercado está cheio de conteúdo neste sentido, mas uns são melhores comparados com outros. Muita gente olha para o mercado e quer tirar uma casquinha dele - algo absolutamente legítimo - mas nem todos têm a mesma expertise ou o mesmo preparo. Umas aulas e livros são melhores do que outras.

E o que é necessário neste processo? Recomendo o seguinte:

1 - Um vade mecum;

2 - Uma doutrina específica;

3 - Um curso preparatório completo.

Vade mecuns e livros de doutrina vocês encontram com relativa facilidade no mercado. Tenham apenas o cuidado de adquirirem edições de 2018, ou seja, lançadas no final de 2017 ou agora, no início de 2018. Descartem, sem medo de errar, qualquer material desatualizado, por mais barato que seja: não serve para vocês!

Um curso preparatório auxilia enormemente o candidato, pois os professores em regra são os profissionais mais atualizados do mercado, até mesmo em função da concorrência em torno da prova. Isso os obriga a serem excepcionais no que fazem. existem vários tipos de cursos, sejam online ou presenciais. O processo de escolha deve ser feito com base em conversa com jovens advogados, recém-aprovados, ou pela análise dos comentários em redes sociais. O próprio publico voltado para a OAB é o melhor termômetro para uma escolha.

Eu indico, claro, o curso do Jus21:

Projeto XXVIII Exame de Ordem

Curso Completo para OAB foi pensado considerando importantes - e os mais atuais - elementos balizadores da prova da OAB:

1 - Enunciados mais extensos e densos;

2 - Interdisciplinariedade nas questões;

3 - O conteúdo programático histórico do Exame (extraído das questões anteriormente aplicadas);

4 - O aumento no grau de dificuldade no Exame (estatisticamente verificado).

A ideia é clara: uma preparação com alta densidade, consistência e conteúdo, visando instruir nosso alunos EXATAMENTE como o atual modelo do Exame de Ordem demanda. É isso que o JUS21, pensado por quem mais entende de Exame de Ordem no Brasil, tem a oferecer.

3 - Hora de definir a metodologia de estudo

Vamos considerar que Exame de Ordem NÃO é concurso público. O Exame tem dinâmica própria, e ignorá-la atrapalha o desenvolvimento dos estudos e o desempenho final.

E aqui ressalto dois pontos interessantes.

O primeiro tem correlação com a ausência de concorrência. O candidato não compete, apenas demonstra o "mínimo" necessário para lograr aprovação. Isso transpõe para si a obrigação, o mérito e a culpa pelo resultado.

Há de se considerar um ponto fundamental nessa primeira observação: de quem é a responsabilidade pela aprovação ou pela reprovação? Se o candidato realmente quer ser aprovado precisa assumir esse compromisso. Colher derrotas dentro do processo de obtenção da carteira é uma variável possível, e talvez já até mesmo tenha ocorrido. Entretanto, ainda assim, o candidato deve assumir o ônus.

A partir do momento que começa a projetar a culpa para fora, seja na faculdade, seja na dificuldade em si da prova ou da correção feita pela OAB/FGV, ele admite, mesmo que inconscientemente não deter sozinho as condições necessárias para passar, criando para si um obstáculo de natureza emocional não só desnecessário como também significativo.

Não estou propondo uma verdade, e sim a adoção de uma postura: o sucesso e o fracasso dependem só do candidato e de seu esforço. E isso por uma razão simples e óbvia: na hora da prova o candidato estará sozinho. Nessa condição é muito bom poder confiar em si mesmo!

O segundo guarda vínculo com a profundidade do conteúdo exigido. Caso não tenham notado, a literatura voltada para a prova da OAB é tradicionalmente formada por "resumos". A abordagem do conhecimento não exige a profundidade que os concursos convencionais exigem. Os cursos preparatórios duram em média de 3 a 4 meses, a doutrina não é tão aprofundada, com uma razoável utilização de técnicas mnemônicas (dicas, macetes, músicas, etc.) e exigência de um volume de conteúdo relativamente amplo.

O Estudo para o Exame de Ordem pode ser estruturado da seguinte forma, sem, no entanto, pretender excluir nenhum outro ou considerar este como o melhor:

Ponto 1

Leitura da doutrina e/ou acompanhamento de uma aula seguida da leitura SIMULTÂNEA ou logo POSTERIOR da legislação correlata na medida da evolução da leitura ou aula (na aula online o aluno pode parar a aula, ler o que quiser, e depois continuar do ponto onde parou. Isso representa uma imensa vantagem em termos de estudo que a aula presencial ou satelitária não podem acompanhar). Aqui o candidato estabelece os vínculos entre os conceitos, teorias e a norma.

Temos de enfatizar um ponto relevante. As questões do Exame, em larga medida, exigem dos candidatos dois aspectos fundamentais: a memorização e o raciocínio.

O Exame de Ordem já mudou! Vocês estão acompanhando?

Memorização porque grande parte da prova faz menção ao texto da Lei, enquanto outra parte, em menor proporção, exige uma resposta a partir do conhecimento da Lei aplicado a um problema hipotético proposto. Só estudar pela lei seca não propicia ao candidato de forma, mais rápida, a compreensão dos institutos jurídicos como um todo. Neste ponto, para ajudar na compreensão do conteúdo normativo, a leitura simultânea da doutrina (no caso, adaptada ao estudo do Exame de Ordem) faz-se necessário.

Não é só memorizar! Esse é um processo pobre de estudo. Trata-se de compreender o que está estudando. E, na hora de resolver uma prova, quem compreende geralmente vai bem melhor comparando com quem somente decora.

Essa é a razão para a leitura da doutrina e da Lei de forma simultânea;

Ponto 2

Elaboração pequenos resumos ao término de cada tópico do livro que está sendo estudado ou da aula que acabou de ser assistida. A elaboração de resumos, feitos DE CABEÇA, não só ajuda a delimitar o que não foi apreendido com a leitura inicial, como é uma importantíssima etapa de fixação do conteúdo. Se você lembra o conteúdo, ao menos naquele momento, está fixado;

Ponto 3

Revisão do conteúdo estudado dentro de um período em específico, uma vez por semana, por exemplo. Essa medida atende à preocupação em se avançar no estudo do conteúdo sem perder a informações previamente estudadas. Ou seja, avançar nos estudos sem esquecer o que ficou para trás. Esta medida é basilar.

Todo estudante almeja a chamada "memória profunda", ou a fixação definitiva de uma informação em sua memória. Tal processo não acontece por milagre, uso de técnicas mirabolantes ou sistemas mágicos. É preciso ler, compreender, reforçar o conteúdo e disponibilizá-lo com constância, seja dando aulas (para si mesmo até), elaborando resumos sem efetuar nenhuma consulta ou resolvendo exercícios.

A revisão tem o fito de evocar um conteúdo anteriormente estudado e reforçar sua fixação no cérebro.

Vou repetir: isso é FUN-DA-MEN-TAL. A informação deve ser trabalhada com constância para se estabelecer os processos de compreensão e memorização. Sem milagres, técnicas mirabolantes ou revolucionárias.

Ponto 4

A resolução de exercícios é a última etapa desse processo e ela é muito importante. Primeiro porque ela se enquadra como um processo ao mesmo tempo de revisão do conteúdo, de desafio ao raciocínio, em razão da adaptação do conhecimento a um problema hipotético, ajudando no desembaraço mental, como também representa uma etapa de adaptação ao sistema de enunciado da banca, e tal adaptação é VITAL!

Notem que o processo de estudo não pode ser trabalhado de forma estanque: o candidato deve se inteirar da doutrina, confrontá-la com a lei, elaborar resumos e resolver exercícios. Essas etapas, distintas entre si, mas consideradas como um processo global, certamente produzirão ótimos resultados como método de aprendizagem.

Não incorram no erro de optar por apenas uma dessas abordagens em detrimento das demais. Pode ser que um candidato tenha sido aprovado apenas escolhendo uma sistemática, mas é muito provável que isso represente uma exceção, e não a regra.

Não existem técnicas milagrosas ou sistemas de estudo rápido. Estudar é um processo complexo que sempre demandou e sempre demandará tempo. Não existe almoço grátis.

4 - Disciplina é fundamental!

Estudar dói! essa afirmação, feita em uma mesa de bar há muitos anos, me marcou para sempre. Estudar, para quem não está acostumado, é um processo emocionalmente complexo. A distração e falta de foco surgem com frequência e o ânimo e empolgação decaem rapidamente.

Mas é preciso combater isto!

Disciplina é MUITO superior ao conceito de empolgação porque ser disciplina independe dela, a motivação. A disciplina obriga o estudante a fazer o que tem de ser feito, seguir seu cronograma de estudos, independente da vontade!

Ser fiel à disciplina é fundamental!

Para a empreitada ter mais sucesso o processo de estudo não pode ser radical: não adianta começar a estudar 8 horas pordia se não existe um condicionamento para isto. Comecem com um tempo menor e vão progredindo à medida em que o "ritmo" nos estudos vai aumentando.

Claro, essa progressão precisa ser constante, até para o conteúdo ser esgotado no tempo planejado para a preparação.

5 - Sigam o Blog!

O Blog Exame de Ordem é pioneiro na orientação para o Exame de Ordem! Este ano, inclusive, ele completará ONZE ANOS dedicado à OAB. Surgimos quando NINGUÉM falava nada! Limitavam-se a dar aulas. O Blog veio e mudou isto tudo.

Todas as novidades e os conceitos de preparação estratégica você encontram aqui, de forma organizada e racional.

Quem está  fazendo o Exame da OAB tem aqui a sua leitura diária!

E é isso! Prontos para começar?



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