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publicado em 06/11/2019 às 09h12
Teremos mudanças no XXXI Exame de Ordem?

Muitos candidatos estão perguntando se teremos mudanças na estrutura da prova da OAB já para a próxima edição, o XXXI Exame de Ordem.

Para quem não sabe, a OAB vai mudar a prova em alguns pontos, com a inclusão de mais disciplinas e um possível aumento no número de questões, de 80 para 100.

O Exame de Ordem vai piorar (muito)?

Acompanhei em setembro último, no Conselho Federal da OAB, a discussão da Ordem sobre o futuro do ensino jurídico e seu impacto no Exame de Ordem.

O que foi dito, oficialmente, é que as mudanças ocorrerão em março de 2021:

Exame de Ordem será alterado somente em março de 2021

As novas disciplinas no Exame de Ordem e mudanças na estrutura da prova!

Direito Previdenciário poderá entrar na 2ª fase do Exame de Ordem

Agora, objetivamente falando, a OAB de fato ainda não mudou nada. Até agora a Ordem não deliberou sobre um novo provimento do Exame e não fez nenhuma alteração formal na prova, nem mesmo tendo março de 2021 como horizonte das mudanças.

Até agora, nada.

Sendo assim, a prova seguramente fica como está, e o XXXI Exame de Ordem não terá nenhuma mudança.

Teremos mudanças no XXXI Exame de Ordem?

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Cronograma de estudos para o XXXI Exame de Ordem

Pela velocidade com que a Ordem tem tratado o tema, é muito provável que apenas em 2021 mesmo as novidades sejam implementadas.

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Reunião de setembro de 2019 no CFOAB:

A OAB falou abertamente na inclusão de duas disciplinas que passariam a fazer parte da prova como disciplinas autônomas (Previdenciário e meios consensuais de solução dos litígios).

Não sei que outras disciplinas serão inclusas, como Eleitoral, muito comentada nos eventos passados da OAB que trataram do tema (participei de todos), mas apenas Previdenciário e meios consensuais de solução dos litígios foram mencionadas durante o encontro.

Quanto ao aumento do número de questões, de 80 para 100, isso eu vejo como algo muito ruim. 

Se os enunciados mativerem a atual lógica de formulação, e voltarmos a ter 100 questões, aí sim a prova ficaria bem cascuda.

Caso isso ocorra, fazer a prova seria uma verdadeira corrida contra o tempo.

Evidentemente, se no futuro forem 100 questões, todos serão obrigados a acertar 50 delas, exatamente os 50% necessários para a aprovação.

De toda forma, em princípio, temos ainda mais um ano para que a prova passar por modificações. 

Quem não quiser ver como será o futuro da prova só tem uma coisa a fazer: estudar muito e ser aprovado o quanto antes.

Mas agora, para o XXXI, não teremos nada de novo.



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