Simulado OAB - Questões inéditas e inovações legislativas do período da pandemia

Preparem-se com quem entende!

publicado em 16/05/2017 às 06h01
Confiram o 1º Simulado OAB para o XXIII Exame de Ordem

Muito bem! já está disponível para download o Simulado OAB para o XXIII Exame de Ordem.

Sim! Coloquem o simulado no fluxograma de vocês, pois ele é fundamental para uma boa preparação!

O papel do simulado OAB é o de reproduzir as condições da prova objetiva. Logo, um simulado, levando em consideração as condições da prova objetiva da Ordem, tem de ser feito sob os seguintes parâmetros.

Observem:

1 - Isolamento. O candidato fará a prova sozinho, logo, se isolar do contato é condição sine qua non de um simulado. Sem isolamento você NÃO faz um simulado para a prova da OAB;

E a lógica é muito simples: o simulado não serve só para o candidato avaliar conhecimentos, serve também para treinar o emocional.

Sem medo de errar, o emocional no Exame é praticamente 50% do necessário para se conseguir a aprovação. É um verdadeiro clichê ouvir histórias de insucessos ligadas ao nervosismo e à ansiedade. Se preparar emocionalmente é FUNDAMENTAL para o sucesso.

2 - Concentração. Ao ficar sozinho o candidato poderá testar sua concentração. Aqui temos um ponto interessante. O ideal seria fazer o simulado em uma sala com demais candidatos, mas como no nosso caso isso não será possível, vocês terão de providenciar um espaço adequado. Como esse espaço não será igual ao de uma sala de prova, vocês poderão exercitar o foco e a concentração em um nível ACIMA das condições reais da prova. Perfeito para a gestão do emocional e do foco!

3 - Disciplina. Um simulado não é uma brincadeira e nem uma festa da interação. Não se permita distrações, não interaja com ninguém, não desvie o seu foco. Um simulado é para ser levado a sério e isso é muito importante.

Qual a importância de fazer um simulado? Como resposta, poderíamos refletir sobre as informações que podem ser retiradas de um:

1 - Gestão do tempo durante a prova;

2 - Identificação de deficiências na aprendizagem;

3 - Gerenciamento do aspecto emocional.

A resolução de exercícios é um importante aspecto na preparação para provas e concursos públicos, pois permite revisar conceitos, expor deficiências e servir de treino para a hora da verdade. Falando nisso, acessem as provas dos Exames passados - Provas Anteriores

1 - Gestão do tempo durante a prova

Tempo é segurança! Talvez essa seja a premissa básica quando se fala no tempo de prova. O candidato tem de ter a convicção de que as 5 horas serão suficientes não só para responder todas as perguntas como também para preencher a folha de resposta.

Quem fará a prova pela primeira vez provavelmente não sabe, mas 5 horas passam voando. Claro que a percepção é derivada de um estado de alerta, de tensão, afinal, o tempo corre de forma uniforme, mas a impressão é que durante a prova ele passa mais rápido...muito mais rápido!

Geralmente, após a prova, muitos candidatos relatam uma espécie de percepção alterada do tempo. Como as provas são extensas e o volume de informação costuma ser grande comparado ao tempo disponibilizado, a impressão era a de um tempo "distorcido", "curto" demais para a tarefa apresentada.

Dependendo do grau de dificuldade da prova objetiva, essa percepção se manifestará com maior ou menor intensidade.

De toda forma, o simulado permite que o candidato estude o gerenciamento do seu tempo e sua capacidade em responder todas as perguntas. O estado psicológico será diferente, por certo, mas o aprendizado resultante da simulação ajuda no processo de realização da prova, porquanto o processo em si não será totalmente estranho ao candidato.

O soldado antes de ir à guerra, treina, o motorista antes de tirar a carteira, treina, a bailarina antes de se apresentar também treina, e o futuro advogado também deve treinar.

2 - Identificação de deficiências na aprendizagem

Esse, por certo, é o papel mais relevante ao se estudar por provas anteriores, e, no presente momento, na submissão ao simulado. Certamente o candidato não responderá todas as perguntas. Essa percepção é útil para identificar em quais disciplinas estão as maiores limitações no conhecimento.

O erro também faz parte do processo de aprendizagem - com ele o candidato estabelece seu processo de cognição, sedimentando melhor o conhecimento a ser exigido na hora da verdade, pois o erro permite a compreensão de limitações no conhecimento e, por corolário lógico, a supressão de lacunas.

Faltando menos de 2 meses para a prova o candidato poderá identificar em quais disciplinas seu desempenho não é bom (ou reforçar uma percepção anterior) e delimitar melhor seu campo de estudo.

3 - Gerenciamento do aspecto emocional

Eu não tenho dúvidas que o aspecto emocional do candidato é decisivo na sua aprovação. Já li uma infinidade de depoimentos de candidatos que sucumbem às próprias emoções durante a aplicação da prova.

Aliás, já foram centenas de depoimentos retratando a descrença em função de sucessivos fracassos, muitos deles estreitamente relacionados com o nervosismo.

Acredito na ideia de que a segurança ao se fazer uma prova deve ser resultado da certeza de que se está bem preparado.

Simplesmente não existe fórmula mágica para se ficar calmo: O ser humano que está apto a enfrentar situações específicas com calma, onde outros ficariam nervosos, ou não tem nada a perder ou já está escolado pela experiência.

Quem fez o Exame de Ordem pela 1ª vez, ou já fez 2 ou 3 vezes,  é pouco para ficar 100% calmo, e virtualmente todos têm muito em jogo nessa hora; afinal, aprovar é preciso!!

Quem estudou e tem a consciência de que sabe, nada poderá atrapalhá-lo. Por outro lado, o candidato que pontua sempre na zona limítrofe de aprovação pode se sentir mais seguro se souber onde estão suas fraquezas e tomar providências para minimizá-las, adquirindo mais tranquilidade. E, para ambas as hipóteses, o simulado vem como uma boa ajuda.

De toda forma, não subestimem o aspecto emocional. Treinar no conforto de casa ou no cursinho é uma coisa; e na hora da verdade, outra completamente diferente.

Simulem como se fosse a hora da verdade! Criem um clima, tranquem a porta do quarto, usem exatas 5 horas para resolver a prova.

Opa...

NÃO USEM 5 horas para fazer o simulado OAB!!!

Usem 4 horas e 20 minutos! Deixem 40 minutos para fazer o Simulado OAB (só no tempo, e não de verdade) a passagem das questões para o caderno de resposta.

Lembrem-se: o desafio é feito de papel e tinta. Problemas criados por uma mente que deliberadamente está desafiando o intelecto de cada um. Nada além disso. A chave para tudo está na cabeça.

Logo, treinem para não se impressionarem com nada, e o treino pode começar ou ter continuidade em um simulado.

Confiram o Simulado OAB:

1º Simulado para o XXIII Exame de Ordem

É bom relembrar! Todos os interessados poderão fazer o Simulado OAB de graça!

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