Simulado OAB - Questões inéditas e inovações legislativas do período da pandemia

Preparem-se com quem entende!

publicado em 12/01/2016 às 16h41
"Produto Exportação": Inglaterra também quer aplicar um Exame de Ordem Unificado como o da OAB

Quem diria! O tão criticado modelo do Exame de Ordem brasileiro pode ser copiado pela terra do Common Law!

Bom, na verdade não dá para dizer que o Exame, nos moldes aqui no Brasil, seja efetivamente a fonte de inspiração dos súditos de Sua Majestade, mas evidentemente antes de proporem a ideia a Solicitors Regulation Authority, a OAB dos ingleses, deve ter conduzido estudos e analisado como a prova é aplicada em outros países.

Vamos ver a notícia dada no Conjur:

preferência dos inscritos na prova da oab

Inglaterra quer criar Exame de Ordem unificado como o do Brasil

Aqueles que querem atuar como advogado na Inglaterra podem ter, em breve, de se submeter a mais uma avaliação. A Solicitors Regulation Authority (SRA), entidade que regulamenta a advocacia no país, está propondo a criação de uma prova unificada, nos moldes do Exame de Ordem brasileiro.

Atualmente, para ser considerado advogado na Inglaterra, é preciso passar por três etapas. A primeira é um curso superior que dura três anos. Depois disso, o graduado precisa fazer uma pós-graduação de um ano chamada Legal Practice Course. Faltam ainda dois anos de estágio para, finalmente, conseguir o título de advogado.

Para a SRA, no entanto, o sistema não tem sido eficaz para garantir a qualidade dos defensores. A entidade propõe que, depois de passar por todas as etapas, o recém-graduado se submeta a uma prova unificada, aplicada por ela, para provar que está apto ao trabalho.

No final do ano passado, a SRA abriu consulta pública sobre o assunto. A ideia é ouvir estudantes e advogados para, aí sim, fazer as mudanças. Se for de fato criado, o Exame de Ordem inglês deve começar a ser aplicado só em 2019.

Fonte: Conjur

Eu, claro, fui no site da entidade para ver o que está acontecendo.

Solicitors Regulation Authority (SRA)

Para Paul Philip , o presidente da entidade, "a entrada em uma profissão é o ponto-chave em que a qualidade da profissão como um todo é definida. Então tem que estar certo de que todos os associados mantenham altos padrões. Isso vai dar real confiança para os empregadores, os usuários de serviços jurídicos e para a profissão em si."

A constatação dele é óbvia. Sem o Exame de Ordem, ao menos aqui no Brasil, a confiança na advocacia seria implodida, afora o grande caos que geraria no exercício da jurisdição pelo Estado, pois o volume de demandas iria explodir em um curtíssimo espaço de tempo.

Vamos acompanhar este tema, pois ele certamente irá criar controvérsias na terra da Rainha!



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