Estratégias para a 2ª fase OAB

Arranque o melhor desempenho possível de si na prova subjetiva da OAB

publicado em 09/11/2021 às 11h09
FGV continua à frente do Exame de Ordem

Na sexta-feira da semana passada a OAB e a FGV realizaram um evento comemorativo dos 11 anos da FGV na organização e aplicação do Exame de Ordem.

Esse evento tem um grande simbolismo: a confirmação da própria FGV na elaboração da prova da OAB.

Muito se especulou sobre a saída da FGV do Exame em função dos problema ocorridos no XXXII Exame de Ordem, a prova de 1ª fase mais polêmica de todas.

Na ocasião foi publicada uma nota na Coluna do Ancelmo Góis, em julho deste ano, dando conta que a OAB iria licitar para escolher quem seria a nova organizadora do Exame:

BOMBA! OAB decide abrir licitação para as próximas provas da Ordem!

Os reflexos na prova foram imediatos!

A 2ª fase do XXXII Exame veio muito estruturada, tirando as falhas em Constitucional, e a prova do XXXIII foi simplesmente a edição que mais aprovou candidatos em todos os tempos em uma primeira fase:

As estatísticas da maior aprovação da história da OAB

A mudança da banca depois da nota do Ancelmo é visível.

O evento da última sexta contou com ilustres presenças, como o ex-presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, o presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal, o ministro do STF, Kassio Nunes, o presidente da OAB-RJ, Luciano Bandeira; os ministros do STJ, Marco Aurélio Bellizze e Luis Felipe Salomão; os desembargadores do TJRJ, Ricardo Couto e Elton Leme; e o procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Luciano Mattos. Logo, não restam dúvidas que o estremecimento entre as duas entidades está superado.

Ninguém reúne tantos juristas importantes para logo depois encerrar um longo contrato.

Evento celebra os 11 anos do Exame de Ordem Unificado

Com isso temos a manutenção da lógica atual da aplicação do Exame e, acima de tudo, o estilo de formulação das perguntas. Uma nova banca poderia introduzir mudanças, o que em um primeiro momento pode impactar negativamente os candidatos.

Contudo, a manutenção da FGV não é, ao menos sob meu prisma, algo a se comemorar. A banca, após 11 anos, ainda precisa mostrar que pode fazer provas sem polêmicas. E, depois de tanto tempo, não alimento mais essa ilusão.

Vamos torcer para que ao menos, daqui para a frente, e em função do susto ocorrido no XXXII, as futuras provas passem longe de grandes polêmicas.

Vamos acompanhando.



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