publicado em 17/06/2010 às 15h30
Expectativa de altos índices de reprovação no Exame da OAB 2010.1

Recebi notícias de que cursos preparatórios na Bahia, Recife, Rio de Janeiro, Brasília e Rio Grande do Sul estão amargando baixíssimos índices de inscrição dos candidatos interessados em se preparar para a segunda fase do Exame de Ordem 2010.1.

O número de vagas preenchidas nos cursos preparatórios é um termômetro de como foi o desempenho dos bacharéis na primeira fase do Exame.

Aparentemente, a primeira fase da atual prova fez um tremendo estrago. É consenso de muita gente boa de que a prova foi muito difícil, muito difícil mesmo. É o que se extraí também dos inúmeros comentários postados aqui no Blog.

A OAB pode aplicar uma prova difícil - é prerrogativa dela - mas essa prova precisa ser justa. Inúmeras questões mal-formuladas e um sem-número de peguinhas apenas solapam a legitimidade do Exame de Ordem, ao invés de ratificar sua necessidade.

Como já escrevi nessa semana, vamos ver se a Ordem e o Cespe colocam a mão na consciência e anulam pelo menos umas 4 questões. Razões para isso existem. Basta boa-vontade.

E esse pedido não tem nada de excepcional, pois com essa prova, com esse grau de dificuldade, mais essas denúncias infindáveis de fraudes pipocando por aí, a OAB, por seus próprios méritos, vai colocando cada vez na berlinda o seu Exame.

Afinal, este é ou não é um exame para medir capacidade, ao invés de proporcionar segregação?



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